quinta-feira, 21 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Vamos acabar com as "brincadeirinhas" que machucam a alma!
Todos os dias, alunos no mundo todo sofrem com um tipo de violência que vem mascarada na forma de “brincadeira”.
As simples “brincadeirinhas de mau-gosto” de antigamente, hoje denominadas bullying, podem revelar-se em uma ação muito séria.
Causam desde simples problemas de aprendizagem até sérios transtornos de comportamento responsáveis por índices de suicídios e homicídios entre estudantes.
Bullying, Não é Brincadeira, violência escolar não tem graça!
É comum o AGRESSOR justificar suas maldades como brincadeira e com isso defender-se de possíveis punições, para assim continuar agindo.
Vamos combinar:
Ofensa não é brincadeira!
Intimidação não é brincadeira!
Mentir com intuito de ferrar alguém, não é brincadeira
Brincadeira só existe se nos faz rir, se desperta bons sentimentos e bons momentos!
vamos acabar com esta triste brincadeira
Se o maior trunfo do bullying é agir à espreita o melhor trunfo para combatê-lo é fazê-lo sair das sobras.
Como?
Através do conhecimento,
do reconhecimento que ele existe
e de regras para evitá-lo.
A Campanha “Bullying, Não é Brincadeira – violência escolar não tem graça”, promovida pelo gabinete do vereador Marcio Souza, coloca a disposição conteúdos informativos, através da web, de materiais gráficos e palestras, informações para que a sociedade aprenda identificar e municiar pais, professores e alunos com práticas e ações para combater este mal e promover uma “Cultura para a Paz”!
As simples “brincadeirinhas de mau-gosto” de antigamente, hoje denominadas bullying, podem revelar-se em uma ação muito séria.
Causam desde simples problemas de aprendizagem até sérios transtornos de comportamento responsáveis por índices de suicídios e homicídios entre estudantes.
Bullying, Não é Brincadeira, violência escolar não tem graça!
É comum o AGRESSOR justificar suas maldades como brincadeira e com isso defender-se de possíveis punições, para assim continuar agindo.Vamos combinar:
Ofensa não é brincadeira!
Intimidação não é brincadeira!
Mentir com intuito de ferrar alguém, não é brincadeira
Brincadeira só existe se nos faz rir, se desperta bons sentimentos e bons momentos!
vamos acabar com esta triste brincadeira
Se o maior trunfo do bullying é agir à espreita o melhor trunfo para combatê-lo é fazê-lo sair das sobras.
Como?
Através do conhecimento,
do reconhecimento que ele existe
e de regras para evitá-lo.
A Campanha “Bullying, Não é Brincadeira – violência escolar não tem graça”, promovida pelo gabinete do vereador Marcio Souza, coloca a disposição conteúdos informativos, através da web, de materiais gráficos e palestras, informações para que a sociedade aprenda identificar e municiar pais, professores e alunos com práticas e ações para combater este mal e promover uma “Cultura para a Paz”!
Acesse nosso blog: http://ensinandopaz.com.br e ajude acabar com as BRINCADEIRINHAS QUE MACHUCAM A ALMA!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
RITA X ELIEZÉR - Quem está falando a verdade sobre a escola técnica de Gravataí?
O Secretário de Educação Profissional do MEC, Eliezér Pacheco, em entrevista ao Programa Gaúcha Reporter, do dia 15/04, afirmou que a implantação da Escola Técnica de Gravataí está em "PROJETO" e dá a entender que a "PREVISÃO" para sua "INSTALAÇÃO" levará 2 anos ou mais. Nesta entrevista ele lista várias cidades onde estarão sendo implantadas escolas técnicas, este ano e no ano que vem, mas nesta lista não se encontra a escola técnica de Gravataí.
A dúvida é: se não vai beneficiar ninguém antes de 2013, por que fechar a única escola municipal de ensino médio de Gravataí em 2011, prejudicando mais mais de mil alunos e toda comunidade?
Confira a entrevista no link abaixo
http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=177986&channel=232
Confira a entrevista no link abaixo
http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=177986&channel=232
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Assista Paulo Adriane em Gravataí
terça-feira, 12 de abril de 2011
VEREADOR MARCIO SOUZA FAZ ALERTA
Nesta terça – feira o Vereador Marcio Souza manifestou-se na reunião plenária da Câmara Municipal, a respeito da falta de sensibilidade da Prefeitura de Gravataí na interpretação da realidade e das aspirações da sociedade. Pois não implementa ações contra o “bullying” nas escolas, haja visto que já está aprovada a lei que trata deste tema e que é de autoria do próprio vereador, ao mesmo tempo que opera um desmonte da guarda municipal que é retirada das escolas e tem cada vez mais dificuldades em fazer sua função primordial que é proteger e prevenir ações violentas contra os cidadãos e o patrimônio público .
Alerta que se continuar assim, em breve poderão acontecer tragédias semelhantes como a de Realengo no Rio de Janeiro.
Este tema deve ser tratado com a seriedade devida, para que depois não choremos cinicamente as vítimas do descaso governamental!
Alerta que se continuar assim, em breve poderão acontecer tragédias semelhantes como a de Realengo no Rio de Janeiro.
Este tema deve ser tratado com a seriedade devida, para que depois não choremos cinicamente as vítimas do descaso governamental!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Nota de profundo pesar e solidariedade aos pais.
Todos nós brasileiros consequentes estamos enlutados com a tragédia criminosa que ceifou mais de uma dezena de vidas de crianças inocentes dentro de uma Escola do Rio de Janeiro.
Deixo meus sinceros votos de pesar aos familiares e, sobretudo aos pais dos atingidos, pois sei de sua horrenda dor. Que Deus os conforte e ampare, pois não há no mundo dos vivos consolo possível, e que Deus perdoe a todos nós!
Marcio Souza, um pai.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Dilma dribla mídia e começa a devolver a Vale ao Brasil
Fonte: www.tijolaço.com
A imprensa conservadora está sem ter o que dizer.
Em três meses apenas, Dilma Rousseff fez o que Lula passou anos querendo fazer.
Retomar – não a propriedade, que Fernando Henrique entregou na bacia das almas – mas o papel da Vale como indutora do desenvolvimento brasileiro.
E, para isso, era preciso acabar com o reinado de Roger Agnelli, o homem que queria vender cada vez mais rápido maiores quantidades de minério, não pensava em investir no seu beneficiamento e transformação em aço e, ainda por cima, não tinha uma política de compras interna, como demonstrou na compra de 12 navios gigantes – cada um deles maior que o morro Pão de Açúcar - na China, sem um parafuso feito aqui.
O esquadrão midiático de Agnelli foi solenemente driblado.
Primeiro, quis fritar o Ministro Guido Mantega por ter conversado com Lázaro Brandão, presidente do Bradesco e acionista de verdade da Valepar, controladora da Vale. Mesmo com sua bufunfa de R$ 1,3 milhão por mês, Agnelli não tem ações para escolher sequer o chefe do setor de zeladores do prédio da Vale.
Depois, quis apresentar a mudança como um “aparelhamento da Vale” e os únicos sinais concretos de promiscuidade política da Vale vieram do próprio Agnelli, que armou uma operação com o DEM para atacar o Governo, e o fato de se ter lá dentro uma todo-poderosa senhora que entrou pela janela tucana na empresa e, como braço de ferro de Agnelli, “enquadra” na vontade de funcionários a diretores da empresa.
Perdido Agnelli, tentaram enfiar na Vale o nome de sua preferência. Quietinha, a mineira Dilma deixou que dessem por escolhido o substituto. Na hora H, emplacou uma solução técnica, vinda de dentro da própria empresa ,o ex-funcionário da Vale e membro de sua diretoria, Murilo Ferreira, um excutivo com quem a Presidenta já teve muito contato quando Ministra das Minas e Energia.
Claro que se trata de um profissional de mercado, experiente e capaz. Mas dirigir uma empresa como a Vale requer mais que simples competência técnica. Exige visão estratégica da empresa e do país. E capacidade política de perseguir estes objetivos.
Os jornalistas de mercado adoram falar nas virtudes da sinergia, isto é, na capacidade de duas instituições multiplicarem seus resultados agindo em sintonia.
E curioso que não falassem nunca em quanto a empresa e o país perdiam com a ação de Agnelli em desalinho com as macropolíticas econômicas brasileiras.
A direita midiática levou um competente drible e caiu sentada no chão.
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