quarta-feira, 30 de março de 2011
Alunos contra violência e discriminação
FONTE: www.correiodopovo.com.br
terça-feira, 29 de março de 2011
Projeto usa arte para combater a violência
Estudantes da Escola Padre Reus expõem trabalhos no Palácio da Justiça
Uma exitosa proposta escolar nessa área é o projeto Releituras da Obra de Iberê Camargo. A atividade artística mobilizou alunos, como parte de oficina antiviolência realizada na escola. Os trabalhos estão expostos na Galeria de Casamentos Palácio da Justiça, em Porto Alegre. O lançamento da mostra foi ontem.
A exposição reúne 35 pinturas em acrílico sobre tela, confeccionadas por estudantes de Ensino Médio da Escola Estadual Padre Reus, na zona Sul da Capital. A iniciativa, que faz parte do projeto Escola sem Violência, é idealizada e executada pelo professor Aloízio Pedersen, que utiliza oficinas de expressão corporal para habilitar alunos a traduzir a violência em arte. A promoção é do Memorial do Judiciário.
terça-feira, 22 de março de 2011
Três em cada dez estudantes no Brasil sofrem bullying, diz IBGE.
Da Redação do G1
Um vídeo que mostra uma briga de colégio na Austrália ganhou o mundo pela internet e levantou a discussão no Brasil. É mais um caso de bullying, um ato de violência entre crianças. Mas, nesse episódio, a vítima reagiu e, por isso, o vídeo provocou uma enorme discussão. Pais, alunos, educadores debatem: reagir é a solução? No Brasil, o bullying, que é a agressão física ou moral que jovens praticam contra outros jovens, também é um problema sério. Segundo uma pesquisa do IBGE, 30% dos estudantes já foram vítimas dessas agressões. As imagens são inacreditáveis: um menino pequeno bate várias vezes em outro, muito maior do que ele, até que os papéis se invertem. Depois de anos de intimidação, Casey Heynes, de 15 anos, reage. Em uma entrevista à TV australiana, ele disse que sofre bullying desde os 8 anos de idade e que, um ano atrás, chegou a pensar em suicídio.Infelizmente no Brasil também há casos de bullying, com até 31% dos adolescentes, segundo levantamento do IBGE. Os estudantes contaram aos pesquisadores que, em 30 dias, passaram por agressões que os deixaram incomodados, intimidados e magoados.Nathan foi xingado e perseguido. Apanhou várias vezes. “Por causa que eu era muito quieto na sala”, conta. A mãe, Cristiane Ferreira da Silva, demorou a perceber o que acontecia. “Às vezes ele acordava gritando ou chorando com esses sintomas, como dor de barriga, no horário de ir para a escola e mão dele estava fria, suando”, conta a mãe de Nathan.Cristiane Ferreira da Silva buscou a escola municipal, que se recusou a ajudá-la. “Eu acho que é matar o ser humano. É agressividade que leva a pessoa à depressão e à síndrome do pânico. É muito grave”, opina.Cristiane e o marido criaram uma ONG para orientar famílias com a mesma dificuldade. Moisés Ferreira da Silva, pai de Nathan, percebeu que muitas vezes o problema pode começar dentro de casa.“A criança que está ao lado está captando tudo e deixa marcas e muitas vezes vem soltar dentro de um estabelecimento de ensino, reagindo e agredindo. E muitas vezes aquele que está mais quieto, porque o mais quieto não vai reagir”, comenta o pai de Nathan.A criança ou o adolescente que pratica o bullying quer se impor, mostrar que é mais forte e poderoso e que tem ascendência sobre o outro. A psicopedagoga Neide Saisi diz que tanto a vítima quanto o agressor devem ser ajudados.“Tem de educar os dois lados e mostrar que, para se viver em sociedade, é preciso conceder e é preciso viver dento das regras morais. Portanto, dentro da ética. É preciso ajudar a criança e o adolescente a entender o que ocorreu naquele momento, e ele se colocar no lugar do outro”, orienta a educadora Neide Saisi.“Esses conflitos sociais que existem na escola teriam de ser sempre monitorados e discutidos numa forma de mediação entre as partes”, defende a psicóloga Vera Zimmermann.Um ano depois do conflito, Nathan leva outra vida. Mudou de escola. Sem nenhuma modéstia, ele se gaba que os mais de 30 alunos da sala são todos amigos dele. “Me sinto bem melhor”, conta.Na entrevista à TV australiana, o repórter pergunta a Casey se ele é um super-herói, como milhões de pessoas no mundo inteiro parecem acreditar. Ele responde, com um sorriso tímido: “Não, não mesmo. Bem que eu gostaria de ser”.O garoto que foi arremessado alo chão por Casey é Richard Gale, de 12 anos. Apesar da violência com que bateu no chão, ele só teve arranhões no joelho. A mãe de Richard disse que vai obrigar o filho a pedir desculpas. Os dois garotos foram suspensos na escola onde aconteceu a briga.Em todas essas histórias, fica claro que o interesse e a intervenção da escola, onde acontece a imensa maioria dos casos de bullying, é fundamental.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Alegria pelo reconhecimento popular
sexta-feira, 18 de março de 2011
Aprovação da Lei Ficha Limpa para CC's foi destaque dos Jornais da Cidade

A Lei Ficha Limpa para CC's foi destaque nos jornais da Cidade. Aprovada por unanimidade na sessão de quinta-feira, 17/03, a lei agora aguarda a sanção do Executivo para que seja colocada em prática em Gravataí. Confira também as reportagens nos sites dos jornais:http://www.jornaldegravatai.com.br/edicoes/jg_18032011.pdf
quinta-feira, 17 de março de 2011
Gravataí aprova Projeto de ficha limpa para CC'S

A Câmara de Vereadores de Gravataí, aprovou hoje, dia 17/03, Projeto de Lei nº. 11/2011 do Vereador Marcio Souza que visa instituir normas para a ocupação de cargos em Comissão no âmbito do Poder Legislativo e Executivo do Município de Gravataí, onde ficam vedados de ocupar cargos ou funções de Secretários Municipais, Coordenadores, Diretores, Assessores e outros cargos em Comissão, pessoas que estiverem incluídas ou envolvidas em improbidades e imoralidades administrativas chamado de FICHA LIMPA.
“Nossa expectativa é que, em Gravataí, após a aprovação da referida lei o executivo sancione e, de pronto a coloque em vigor, pois é de extrema relevância que a classe política tenha o prestígio da sociedade que a representa. A questão da moral e da ética não pode estar distanciada da política, visto que sem ética e sem moral não há representação política sadia e, por via de conseqüência, não goza de legitimidade perante a sociedade”.
terça-feira, 15 de março de 2011
Jovens começam a fumar por influência de pais, amigos e baladas.

Participaram jovens que fumam regularmente e aqueles que estavam há pelo menos 30 dias fumando com certa frequência. A universidade aplicou questionários para descobrir fatores relacionados ao cigarro, como a permanência em casas noturnas, pessoas próximas que são fumantes, religião, entre outras características. Os resultados revelaram que tanto os meninos quanto as meninas fumam quantidades semelhantes de cigarro e, mas são influenciados por fatores diferentes. Pais fumantes influenciam ambos os sexos. No entanto, as garotas fumam mais em festas e casas noturnas, quando têm pouca atenção dos pais e quando não são frequentadoras de algum tipo de entidade religiosa. Já os garotos são mais influenciados pelos amigos e por uma eventual morte dos pais. Outro fator importante apontado pelo estudo foi a prevalência do cigarro nas baladas: enquanto a chance de fumar entre os meninos aumenta em mais de 800% quando a frequência em casas noturnas é intensa, entre as meninas sobre para 1.400%.Para a coordenadora da pesquisa, Zila Sanchez, é importante entender as causas e os fatores que levam os adolescentes a fumar. "Apesar de algumas escolas oferecerem apoio aos alunos, é preciso entender o que realmente leva o jovem ao consumo para aperfeiçoar programas de prevenção".Fonte:
http://boaspraticasfarmaceuticas.blogspot.com/2011/03/jovens-comecam-fumar-por-influencia-de.html

