segunda-feira, 31 de maio de 2010
Câmara no Bairro vai ao Bonsucesso
Atividade aconteceu na manhã de sábado na Avenida dos Estados
Marcio Souza foi um dos três vereadores que compareceu ao Câmara no Bairro que foi realizado no sábado, 29/05, no bairro Bonsucesso e de comunidades do entorno que passavam próximo ao número 1160 da Avenida dos Estados.
O vereador Marcio conversou com os moradores locais e auxiliou-os no encaminhamento das demandas para os órgãos públicos, através da Câmara.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Alunos da Escola Antônio Gomes entrevistam Marcio Souza


O Vereador Marcio Souza falou sobre a importância da existência de políticas públicas específicas sobre o assunto e salientou que a lei é uma forma de garantir a aplicação de ações que visem à proteção de alunos e alunas da rede de ensino de nossa cidade.

quinta-feira, 27 de maio de 2010
Estado aprova lei antibullying
Assembléia cria uma legislação que tem como objetivo aumentar consciência de escolas, pais e alunos
O combate a uma chaga nas escolas ganhou ontem o aval dos deputados estaduais. Por unanimidade, a Assembleia Legislastiva aprovou projeto de lei que estabelece políticas públicas contra o bullying nas instituições gaúchas de Ensino Básico e de Educação Infantil, públicas ou privadas.
Casos trágicos como o do adolescente Matheus Avragov Dalvit, 15 anos, que em maio acabou morto em Porto Alegre com um tiro no peito depois de reagir às frequentes gozações das quais era alvo em razão de seu tamanho, dispararam o alerta para pais, educadores e autoridades.
A proposta aprovada ontem considera bullying “toda a violência física ou psicológica, intencional e repetitiva, que ocorra sem motivação evidente, praticada por indivíduos contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidar, agredir fisicamente, isolar ou humilhar, causando dano emocional ou físico à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas”.
Do ponto de vista prático, a lei não estabelece ações concretas para enfrentar a violência entre os estudantes, como punições aos alunos ou a escolas negligentes. Pelo contrário, a nova lei sugere evitar sanções aos alunos agressores, privilegiando mecanismos alternativos a fim de promover sua mudança de comportamento.
Instituições poderão adaptar a sua realidade
De acordo com o deputado Adroaldo Loureiro (PDT), autor do projeto, a intenção é alertar e estimular a adoção de medidas para combater o bullying.Entre as disposições, está a inclusão no regimento de cada instituição da política antibullying considerada mais adequada a sua realidade. O secretário estadual da Educação, Ervino Deon, saudou a aprovação do projeto, mas disse que a preocupação não é nova na rede pública. Segundo ele, há pelo menos três anos equipes da Saúde Escolar atuam para combater a violência.
O que prevê a lei
- Reduzir a prática de violência dentro e fora das instituições e melhorar o desempenho escolar
- Promover a cidadania, a capacidade empática e o respeito aos demais
- Disseminar conhecimento sobre o fenômeno entre os responsáveis legais pelas crianças e pelos adolescentes
- Identificar concretamente, em cada instituição, a incidência e a natureza das práticas de bullying
- Desenvolver planos locais para a prevenção e o combate às práticas de bullying nas instituições de ensino
- Treinar os docentes e as equipes pedagógicas para o diagnóstico do bullying e para o desenvolvimento de abordagens de caráter preventivo
- Orientar as vítimas de bullying e seus familiares, oferecendo-lhes os necessários apoios técnico e psicológico, de modo a garantir a recuperação da autoestima das vítimas e a minimização dos eventuais prejuízos em seu desenvolvimento escolar
- Orientar os agressores e seus familiares sobre os valores, as condições e as experiências relacionadas à prática do bullying, de modo a conscientizá-los a respeito das consequências
- Evitar tanto quanto possível a punição dos agressores, privilegiando mecanismos alternativos a fim de promover sua mudança de comportamento
O que é bullying
- É a perseguição continuada a um aluno, por um ou mais colegas, por meio de intimidação psicológica ou agressão física sem motivo. Não é uma briga ou discussão ocasional, mas uma violência sistemática.
Bully, em inglês, pode ser traduzido pelo termo valentão. Dele deriva a palavra bullying, que não tem uma tradução literal para o português.
O combate a uma chaga nas escolas ganhou ontem o aval dos deputados estaduais. Por unanimidade, a Assembleia Legislastiva aprovou projeto de lei que estabelece políticas públicas contra o bullying nas instituições gaúchas de Ensino Básico e de Educação Infantil, públicas ou privadas.
Casos trágicos como o do adolescente Matheus Avragov Dalvit, 15 anos, que em maio acabou morto em Porto Alegre com um tiro no peito depois de reagir às frequentes gozações das quais era alvo em razão de seu tamanho, dispararam o alerta para pais, educadores e autoridades.
A proposta aprovada ontem considera bullying “toda a violência física ou psicológica, intencional e repetitiva, que ocorra sem motivação evidente, praticada por indivíduos contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidar, agredir fisicamente, isolar ou humilhar, causando dano emocional ou físico à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas”.
Do ponto de vista prático, a lei não estabelece ações concretas para enfrentar a violência entre os estudantes, como punições aos alunos ou a escolas negligentes. Pelo contrário, a nova lei sugere evitar sanções aos alunos agressores, privilegiando mecanismos alternativos a fim de promover sua mudança de comportamento.
Instituições poderão adaptar a sua realidade
De acordo com o deputado Adroaldo Loureiro (PDT), autor do projeto, a intenção é alertar e estimular a adoção de medidas para combater o bullying.Entre as disposições, está a inclusão no regimento de cada instituição da política antibullying considerada mais adequada a sua realidade. O secretário estadual da Educação, Ervino Deon, saudou a aprovação do projeto, mas disse que a preocupação não é nova na rede pública. Segundo ele, há pelo menos três anos equipes da Saúde Escolar atuam para combater a violência.
O que prevê a lei
- Reduzir a prática de violência dentro e fora das instituições e melhorar o desempenho escolar
- Promover a cidadania, a capacidade empática e o respeito aos demais
- Disseminar conhecimento sobre o fenômeno entre os responsáveis legais pelas crianças e pelos adolescentes
- Identificar concretamente, em cada instituição, a incidência e a natureza das práticas de bullying
- Desenvolver planos locais para a prevenção e o combate às práticas de bullying nas instituições de ensino
- Treinar os docentes e as equipes pedagógicas para o diagnóstico do bullying e para o desenvolvimento de abordagens de caráter preventivo
- Orientar as vítimas de bullying e seus familiares, oferecendo-lhes os necessários apoios técnico e psicológico, de modo a garantir a recuperação da autoestima das vítimas e a minimização dos eventuais prejuízos em seu desenvolvimento escolar
- Orientar os agressores e seus familiares sobre os valores, as condições e as experiências relacionadas à prática do bullying, de modo a conscientizá-los a respeito das consequências
- Evitar tanto quanto possível a punição dos agressores, privilegiando mecanismos alternativos a fim de promover sua mudança de comportamento
O que é bullying
- É a perseguição continuada a um aluno, por um ou mais colegas, por meio de intimidação psicológica ou agressão física sem motivo. Não é uma briga ou discussão ocasional, mas uma violência sistemática.
Bully, em inglês, pode ser traduzido pelo termo valentão. Dele deriva a palavra bullying, que não tem uma tradução literal para o português.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Presidente da Agert Alexandre Gadret agradece pessoalmente “Moção de Apoio” proposta por Marcio Souza



sexta-feira, 21 de maio de 2010
Pesquisa revela que 70% de estudantes já sofreram agressões
Comunicação Portal Social
Uma pesquisa nacional sobre o bullying – agressões físicas ou verbais recorrentes nas escolas – mostrou que cerca de 70% dos alunos do País já viram algum colega ser maltratado pelo menos uma vez na escola. O levantamento, feito pelo Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor (Ceats), ouviu 5.168 estudantes do ensino fundamental de todas as regiões do País, de escola públicas e particulares.
28% dos alunos afirmam já ter sofrido maus-tratos na escola. Entre as principais razões para a violência escolar estão a omissão da escola, influência de comportamentos familiares agressivos, busca por popularidade, status e a aceitação em um grupo.
Fonte: A Notícia
Uma pesquisa nacional sobre o bullying – agressões físicas ou verbais recorrentes nas escolas – mostrou que cerca de 70% dos alunos do País já viram algum colega ser maltratado pelo menos uma vez na escola. O levantamento, feito pelo Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor (Ceats), ouviu 5.168 estudantes do ensino fundamental de todas as regiões do País, de escola públicas e particulares.
28% dos alunos afirmam já ter sofrido maus-tratos na escola. Entre as principais razões para a violência escolar estão a omissão da escola, influência de comportamentos familiares agressivos, busca por popularidade, status e a aceitação em um grupo.
Fonte: A Notícia
Apoio a livre escolha da programação nas rádios

Alexandre Gadret - Presidente da AGERT
A associação havia conquistado o direito de alterar a programação, beneficiando suas 320 afiliadas, após uma longa disputa judicial em que obteve vitórias em duas instâncias da Justiça. Desde 2006, conforme o presidente da entidade, Alexandre Gadret, as empresas podiam optar por veicular outro programa às 19h e transferir a radiodifusão da Hora do Brasil para até 24 horas depois da edição original. A AGERT estima, com base em dados coletados pelo Ibope, que essa tolerância ajudou a aumentar em 300 mil ouvintes por minuto a audiência radiofônica na Região Metropolitana no horário anteriormente ocupado pelas informações oficiais.

Para retribuir o apoio, o Presidente da Agert Alexandre Gadret, confirmou sua presença na sessão ordinária na próxima terça-feira (25/05), às 17h, para acompanhar a votação e agradecer o amparo recebido do poder legislativo municipal.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Política de combate ao Bullying agora é Lei em Nova Hartz!
Nova Hartz - O prefeito Antonio Elson Rosa de Souza sancionou na tarde desta segunda-feira dia 17 de maio, na presença do Secretário de Educação Arlem Tasso, vereador Valentin Melo de Thomaz, a Lei N.º 1490 de 17 de Maio de 2010 - Que dispõe sobre o desenvolvimento da política "antibullying" por instituições de ensino e de educação infantil, públicas municipais ou privadas. O autor do Projeto vereador Valentin Melo de Thomaz - PT, afirma que a Lei tem como objetivo reduzir a prática de violência dentro e fora das escolas, melhorando o desempenho escolar e promovendo cidadania e respeito, além de realizar palestras e debates, criando ferramentas de combate a violência e divulgar informações sobre a prática do bullying.
Considera-se bullying qualquer prática de violência física ou psicológica, intencional e repetitiva, que ocorra sem motivação evidente, praticada contra uma ou mais pessoas. Conforme a nova lei, as instituições deverão manter histórico próprio das ocorrências de bullying em suas dependências devidamente atualizado. Os resultados alcançados deverão ser enviados periodicamente à Secretaria Municipal de Educação.
Para melhor entender o que constituem práticas de bulling:
- Ameaças e agressões físicas;
- Submissão do outro pela força à condição humilhante, furto, roubo, vandalismo e destruição proposital de bens alheios;
- Extorsão e obtenção forçada de favores sexuais, insultos ou atribuição de apelidos vergonhosos ou humilhantes;
- Comentários racistas, homofóbicos ou intolerantes quanto às diferenças econômico-sociais, físicas, culturais, políticas, morais, religiosas, entre outras;
- Exclusão ou isolamento proposital de pessoas, pela fofoca e disseminação de boatos ou de informações que deponham contra a honra e a boa imagem dessas.
Considera-se bullying qualquer prática de violência física ou psicológica, intencional e repetitiva, que ocorra sem motivação evidente, praticada contra uma ou mais pessoas. Conforme a nova lei, as instituições deverão manter histórico próprio das ocorrências de bullying em suas dependências devidamente atualizado. Os resultados alcançados deverão ser enviados periodicamente à Secretaria Municipal de Educação.
Para melhor entender o que constituem práticas de bulling:
- Ameaças e agressões físicas;
- Submissão do outro pela força à condição humilhante, furto, roubo, vandalismo e destruição proposital de bens alheios;
- Extorsão e obtenção forçada de favores sexuais, insultos ou atribuição de apelidos vergonhosos ou humilhantes;
- Comentários racistas, homofóbicos ou intolerantes quanto às diferenças econômico-sociais, físicas, culturais, políticas, morais, religiosas, entre outras;
- Exclusão ou isolamento proposital de pessoas, pela fofoca e disseminação de boatos ou de informações que deponham contra a honra e a boa imagem dessas.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Pesquisa Vox Populi mostra Dilma com 38% e Serra com 35%
15/05/2010 - 20h02
Em São PauloPesquisa do instituto Vox Populi, divulgada neste sábado (15) no Jornal da Band, mostra a pré-candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, com 38% das intenções de voto, contra 35% do tucano José Serra. Embora dentro da margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo, esta é a primeira vez em que Dilma aparece à frente de Serra.
Na pesquisa anterior do Vox Populi, divulgada em 3 de abril, o presidenciável do PSDB tinha 34%, contra 31% da pré-candidata do PT. Marina Silva (PV) aparece agora com 8%, contra 5% registrados no levantamento anterior. Votos brancos e nulos ficaram com 8%, enquanto 11% dos entrevistados se disseram indecisos.
Em uma projeção de segundo turno, Dilma tem 40%, contra 38% de Serra. Votos brancos e nulos ficaram com 9% no segundo turno, enquanto 13% dos entrevistados ainda não escolheram candidato. Segundo o Vox Populi, 75% das pessoas disseram conhecer bem o pré-candidato José Serra, enquanto 56% afirmaram o mesmo de Dilma e 33%, de Marina.
Foram entrevistadas 2.000 pessoas entre os dias 8 e 13 de maio. A pesquisa foi registrada no TSE com o número 11.266/2010.
Em São PauloPesquisa do instituto Vox Populi, divulgada neste sábado (15) no Jornal da Band, mostra a pré-candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, com 38% das intenções de voto, contra 35% do tucano José Serra. Embora dentro da margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo, esta é a primeira vez em que Dilma aparece à frente de Serra.
Na pesquisa anterior do Vox Populi, divulgada em 3 de abril, o presidenciável do PSDB tinha 34%, contra 31% da pré-candidata do PT. Marina Silva (PV) aparece agora com 8%, contra 5% registrados no levantamento anterior. Votos brancos e nulos ficaram com 8%, enquanto 11% dos entrevistados se disseram indecisos.
Em uma projeção de segundo turno, Dilma tem 40%, contra 38% de Serra. Votos brancos e nulos ficaram com 9% no segundo turno, enquanto 13% dos entrevistados ainda não escolheram candidato. Segundo o Vox Populi, 75% das pessoas disseram conhecer bem o pré-candidato José Serra, enquanto 56% afirmaram o mesmo de Dilma e 33%, de Marina.
Foram entrevistadas 2.000 pessoas entre os dias 8 e 13 de maio. A pesquisa foi registrada no TSE com o número 11.266/2010.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
A tragédia do bullying
O assassinato de um estudante por outro na zona norte de Porto Alegre e as circunstâncias em que tal fato ocorreu reforçam a necessidade de se prestar atenção para o fenômeno do bullying, essa demonstração da crueldade que com tanta frequência caracteriza as relações entre colegas nas escolas. Embora o nome bullying seja recente, ele se refere a algo que, ao contrário, é antigo, conhecido das famílias e dos professores. Quem não vivenciou a violência física ou psicológica sistemática, praticada por indivíduos ou grupos de indivíduos para intimidar ou constranger? Quem não experimentou, de um ou de outro lado, atos de zombaria, apelidos indigestos ou gestos agressivos, especialmente no ambiente das escolas? É evidente que a imensa maioria desses episódios acaba superado na dinâmica do ensino, mas alguns representam sofrimento, desencadeiam problemas psicológicos, levam a brigas, provocam evasão escolar ou necessidade de mudanças de colégio, ou ainda, como no caso porto-alegrense e em outros episódios conhecidos, podem transformar-se em tragédia.
A emergência das redes sociais na internet, como Orkut, MSN, Twitter ou Facebook, ferramentas rotineiras nas mãos das novas gerações, deram às agressões um alcance inimaginável, ao mesmo tempo que diluíram as responsabilidades ou esconderam a identidade dos agressores. As vítimas desse novo bullying sofrem da mesma maneira. E o enfrentamento por parte de colegas, pais ou professores se torna mais difícil e menos eficaz.
A questão não pode ser menosprezada e seus efeitos não podem ser ignorados. Os fatos trágicos recentes devem soar como um alerta a mais para as famílias, os educadores e as autoridades no sentido de adotar medidas disciplinares e educativas, impedindo que esse tipo de agressão física ou emocional se transforme numa rotina marcada por mais frequência e mais impunidade.
Editorial - Zero Hora

A questão não pode ser menosprezada e seus efeitos não podem ser ignorados. Os fatos trágicos recentes devem soar como um alerta a mais para as famílias, os educadores e as autoridades no sentido de adotar medidas disciplinares e educativas, impedindo que esse tipo de agressão física ou emocional se transforme numa rotina marcada por mais frequência e mais impunidade.
Editorial - Zero Hora
terça-feira, 11 de maio de 2010
Tirando o bullying das sombras
Campanha “Bullying, Não é Brincadeira - violência escolar não tem graça” ganha blog
A Campanha “Bullying, Não é Brincadeira – violência escolar não tem graça”, ação promovida pelo gabinete do vereador Marcio Souza, tem como objetivo trazer a tona o debate, o conhecimento, a divulgação, a troca de informações e o auxílio a ações que combatam este mal silencioso e muitas vezes, por parecer normal, outorgado pela sociedade.
Apoiado no crescente número de casos de violência ocorridos na esfera escolar em todo País e preocupado com a proteção dos alunos da rede de ensino em Gravataí, o vereador Marcio protocolou Projeto de Lei Anti-Bullying, aprovado na Câmara de Vereadores no mês de maio de 2010 e Junto ao projeto de lei, também lançou um informativo e um blog sobre anti-violência no âmbito escolar.
Se o maior trunfo do bullying é agir à espreita o melhor trunfo para combatê-lo é fazê-lo sair das sobras. Como? Através do conhecimento, do reconhecimento que ele existe e de regras para evitá-lo. O blog ensinandopaz.blogspot.com que trás a Campanha “Bullying, Não é Brincadeira – violência escolar não tem graça”, dispõe de informações para que a sociedade aprenda identificar este mal e municiar pais, professores e alunos com práticas e ações que promovam uma Cultura para Paz! Vamos tirar o bullying das sombras, chega de violência!
A Campanha “Bullying, Não é Brincadeira – violência escolar não tem graça”, ação promovida pelo gabinete do vereador Marcio Souza, tem como objetivo trazer a tona o debate, o conhecimento, a divulgação, a troca de informações e o auxílio a ações que combatam este mal silencioso e muitas vezes, por parecer normal, outorgado pela sociedade.
Apoiado no crescente número de casos de violência ocorridos na esfera escolar em todo País e preocupado com a proteção dos alunos da rede de ensino em Gravataí, o vereador Marcio protocolou Projeto de Lei Anti-Bullying, aprovado na Câmara de Vereadores no mês de maio de 2010 e Junto ao projeto de lei, também lançou um informativo e um blog sobre anti-violência no âmbito escolar.

segunda-feira, 10 de maio de 2010
CAMPANHA CONTRA VIOLÊNCIA NO ÂMBITO ESCOLAR
Matéria publicada na Zero Hora
O DRAMA DO BULLYING
Quando ir à escola é um pesadelo
Há pouco mais de uma semana, as constantes provocações de colegas deixaram à beira da morte uma estudante de 14 anos da Capital. Motivo de comentários depreciativos devido ao formato levemente arredondado de seu nariz, às roupas simples e ao jeito tímido, a aluna tomou uma dose excessiva de antidepressivos. O drama ilustra a dificuldade revelada por famílias, professores e escolas para debelar o bullying, fenômeno que pode resultar em traumas duradouros e até provocar alterações na personalidade.
Como pais, professores e colegas devem agir para prevenir ou abreviar o sofrimento de crianças e adolescentes que enfrentam a intimidação e a violência de outros estudantes
O pesadelo diário de M. (Zero Hora omite o nome para preservar a adolescente) começou há pouco mais de um ano em uma escola pública da região central da cidade. Teve início com um comentário sobre seu nariz, depois um riso debochado sobre o tênis furado, e em pouco tempo a menina tímida mas feliz virou presa de um grupo de colegas sedentos de humilhação pública. As risadas, os dedos apontados e as caricaturas em folhas de caderno viraram rotina.
– Chegou a palhaça da escola – dizia um.
– Nariz de batata – completava outro, e todos riam.
No canto da sala, encolhida, a aluna da 6ª série do Ensino Fundamental sofria quieta. Em casa, queixou-se para a mãe. A exemplo do que ocorre em muitos casos de bullying (violência sistemática e intencional praticada contra um estudante), de início ouviu que não deveria se importar com os colegas.
Quando a mãe percebeu que a garota demonstrava sinais de depressão e revolta, meses depois, procurou a direção do estabelecimento. A resposta foi de que se tratava de “coisa de adolescente”, e nenhuma providência eficaz foi tomada – outro traço comum a muitos casos graves de bullying.
“Mãe, a mana disse que não vai mais viver”
Este ano, o equilíbrio psicológico da menina ruiu diante das chacotas intermináveis. Passou a implorar para a família por uma cirurgia plástica no rosto. Dormia com um prendedor de roupas apertado na ponta do nariz, em uma ilusão juvenil de que poderia remoldar suas feições e, enfim, ter paz.
Abateu-se a ponto de ser necessária uma internação em uma clínica, por depressão grave, durante quase um mês. Quando teve alta e voltou à escola, acreditou que seria poupada. Mas os agressores não tiveram piedade. Quinta-feira da semana passada, a mãe recebeu um telefonema da filha de 13 anos, irmã de M.:
– Mãe, a mana disse que não vai mais viver.
Sem conseguir fazer os colegas engolirem as ofensas, engoliu ela punhados do antidepressivo que vinha tomando sob prescrição médica. Quando chegou em casa, a mãe encontrou M. caída, e o frasco de remédio, vazio. Em uma carta, a estudante havia escrito: “Sofro muito porque sou humilhada e envergonhada pelos meus colegas com insinuações, desenhos maldosos e xingamentos por ter o meu nariz grande. Eu sofro de depressão, já fui internada por causa disso, não tenho vontade de estudar (...)”.
28% dos alunos de 5ª a 8ª já sofreram maus-tratos
Ficou três dias no Hospital de Pronto Socorro sob risco de morrer e teve alta domingo passado. Resume aos prantos os motivos que a fizeram sucumbir ao desespero:
– Começava a desenhar no meu cantinho, para ver se me deixavam em paz. Aí eles diziam que eu desenhava igual a um menino. Então abria o livro e tentava estudar, mas aí ficavam brabos e diziam que eu queria aparecer para a professora. Não sei por que não gostavam de mim.
A solução foi deixar a escola e a Capital. Na quarta-feira, M. retomou os estudos em uma cidade do Interior. Conforme uma pesquisa da ONG Plan Brasil, realizada em escolas públicas e particulares, cerca de 28% dos estudantes de 5ª a 8ª série já sofreram maus-tratos. O casos de violência frequente atingem 12,5% dos meninos e 7,6% das meninas.
Embora a conscientização sobre os efeitos nocivos do bullying esteja aumentando, a tolerância de pais, educadores e alunos que testemunham agressões ainda dificulta a erradicação desse fenômeno. Uma das principais autoridades internacionais no assunto, a portuguesa Ana Tomás Almeida afirma que há um componente cultural a ser vencido.
– Basta dar o exemplo muito conhecido de alcunhas com que as crianças gozam umas com as outras, ou a forma como excluem das brincadeiras as mais frágeis, imaturas ou diferentes. Em alguns grupos culturais, esses comportamentos são olhados com muita condescendência e vistos como brincadeiras – afirma a professora do Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho, em Braga, Portugal.
Para estudantes como a adolescente de Porto Alegre que o bullying quase condenou à morte, a brincadeira não tem graça.
Fonte de pesquisa: Zero Hora - Edição N° 16330 - 09 de maio de 2010

Como pais, professores e colegas devem agir para prevenir ou abreviar o sofrimento de crianças e adolescentes que enfrentam a intimidação e a violência de outros estudantes
O pesadelo diário de M. (Zero Hora omite o nome para preservar a adolescente) começou há pouco mais de um ano em uma escola pública da região central da cidade. Teve início com um comentário sobre seu nariz, depois um riso debochado sobre o tênis furado, e em pouco tempo a menina tímida mas feliz virou presa de um grupo de colegas sedentos de humilhação pública. As risadas, os dedos apontados e as caricaturas em folhas de caderno viraram rotina.
– Chegou a palhaça da escola – dizia um.
– Nariz de batata – completava outro, e todos riam.
No canto da sala, encolhida, a aluna da 6ª série do Ensino Fundamental sofria quieta. Em casa, queixou-se para a mãe. A exemplo do que ocorre em muitos casos de bullying (violência sistemática e intencional praticada contra um estudante), de início ouviu que não deveria se importar com os colegas.
Quando a mãe percebeu que a garota demonstrava sinais de depressão e revolta, meses depois, procurou a direção do estabelecimento. A resposta foi de que se tratava de “coisa de adolescente”, e nenhuma providência eficaz foi tomada – outro traço comum a muitos casos graves de bullying.
“Mãe, a mana disse que não vai mais viver”
Este ano, o equilíbrio psicológico da menina ruiu diante das chacotas intermináveis. Passou a implorar para a família por uma cirurgia plástica no rosto. Dormia com um prendedor de roupas apertado na ponta do nariz, em uma ilusão juvenil de que poderia remoldar suas feições e, enfim, ter paz.
Abateu-se a ponto de ser necessária uma internação em uma clínica, por depressão grave, durante quase um mês. Quando teve alta e voltou à escola, acreditou que seria poupada. Mas os agressores não tiveram piedade. Quinta-feira da semana passada, a mãe recebeu um telefonema da filha de 13 anos, irmã de M.:
– Mãe, a mana disse que não vai mais viver.
Sem conseguir fazer os colegas engolirem as ofensas, engoliu ela punhados do antidepressivo que vinha tomando sob prescrição médica. Quando chegou em casa, a mãe encontrou M. caída, e o frasco de remédio, vazio. Em uma carta, a estudante havia escrito: “Sofro muito porque sou humilhada e envergonhada pelos meus colegas com insinuações, desenhos maldosos e xingamentos por ter o meu nariz grande. Eu sofro de depressão, já fui internada por causa disso, não tenho vontade de estudar (...)”.
28% dos alunos de 5ª a 8ª já sofreram maus-tratos
Ficou três dias no Hospital de Pronto Socorro sob risco de morrer e teve alta domingo passado. Resume aos prantos os motivos que a fizeram sucumbir ao desespero:
– Começava a desenhar no meu cantinho, para ver se me deixavam em paz. Aí eles diziam que eu desenhava igual a um menino. Então abria o livro e tentava estudar, mas aí ficavam brabos e diziam que eu queria aparecer para a professora. Não sei por que não gostavam de mim.
A solução foi deixar a escola e a Capital. Na quarta-feira, M. retomou os estudos em uma cidade do Interior. Conforme uma pesquisa da ONG Plan Brasil, realizada em escolas públicas e particulares, cerca de 28% dos estudantes de 5ª a 8ª série já sofreram maus-tratos. O casos de violência frequente atingem 12,5% dos meninos e 7,6% das meninas.
Embora a conscientização sobre os efeitos nocivos do bullying esteja aumentando, a tolerância de pais, educadores e alunos que testemunham agressões ainda dificulta a erradicação desse fenômeno. Uma das principais autoridades internacionais no assunto, a portuguesa Ana Tomás Almeida afirma que há um componente cultural a ser vencido.
– Basta dar o exemplo muito conhecido de alcunhas com que as crianças gozam umas com as outras, ou a forma como excluem das brincadeiras as mais frágeis, imaturas ou diferentes. Em alguns grupos culturais, esses comportamentos são olhados com muita condescendência e vistos como brincadeiras – afirma a professora do Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho, em Braga, Portugal.
Para estudantes como a adolescente de Porto Alegre que o bullying quase condenou à morte, a brincadeira não tem graça.
Fonte de pesquisa: Zero Hora - Edição N° 16330 - 09 de maio de 2010
Texto: MARCELO GONZATTO
domingo, 9 de maio de 2010
ONG CIBRA, exemplo de cidadania
No sábado dia oito de maio, o Vereador Marcio Souza e o Ex-prefeito Sergio Stasinski visitaram a área destinada à construção da sede da ONG Cidadão Brasil, conhecida como CIBRA, a associação trabalha na formação das crianças e adolescentes baseando-se nos princípios do escoteirismo.
Para o funcionamento deste trabalho foi criado o Grupo de Escoteiros Anita Garibaldi. O Sr. Norberto Figueiredo, presidente da entidade, demais voluntários e os jovens que compõem o grupo passaram o dia trabalhando na área, limpando e construindo um ponto de observação no alto de uma árvore, enquanto estava sendo preparado um delicioso arroz com galinha.
Segundo Marcio Souza, o trabalho com estes jovens é de extrema importância, pois auxilia a formar cidadãos éticos e solidários. A CIBRA participou voluntariamente de diversas campanhas de vacinação, agasalho e recolhimento de alimentos.
Para o funcionamento deste trabalho foi criado o Grupo de Escoteiros Anita Garibaldi. O Sr. Norberto Figueiredo, presidente da entidade, demais voluntários e os jovens que compõem o grupo passaram o dia trabalhando na área, limpando e construindo um ponto de observação no alto de uma árvore, enquanto estava sendo preparado um delicioso arroz com galinha.
Segundo Marcio Souza, o trabalho com estes jovens é de extrema importância, pois auxilia a formar cidadãos éticos e solidários. A CIBRA participou voluntariamente de diversas campanhas de vacinação, agasalho e recolhimento de alimentos.
sábado, 8 de maio de 2010
Vereadores mais perto da comunidade
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Painel sobre Violência na Escola aborda Lei Anti-Bullyng




Conselheiros Tutelares de Gravataí agradecem contribuição de Miriam Marroni
terça-feira, 4 de maio de 2010
CONCURSO PÚBLICO CEEE-D
Estão abertas as incrições para o concurso público da CEEE-D, são várias vagas para diversos níveis. Maiores informações acesse:
http://www.fundatec.com.br/home/portal/concursos/index_concursos.php?concurso=133
http://www.fundatec.com.br/home/portal/concursos/index_concursos.php?concurso=133
Boa sorte!!!
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